terça-feira, 29 de abril de 2008

●๋• DOR ●๋•












A dor que machuca,

A dor que invade,

A dor que estripa,

A dor que queima,

A dor que angustia,

A dor que penetra,

A dor que rasga,

A dor que estraçalha,
A dor que mata,

É a mesma dor dos amantes,

Que não se vêem,

Que não se tocam,
Que não se exploram,

Que não se interam,

Dor maldita que não se extingüe,

Dor algoz que não se apieda,

Dor sádica que se compraz,

Dor doída que não mata,

Mas marca como ferro em brasa.


Prá você, meu amor.
SOL

2 comentários:

Flor de Lótus disse...

Meu amor como diz trecho de poema de Camões:

"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer".

Amar é sentir tudo isso e ser feliz
Infelizes são que nunca sentiu
Um fogo que arde sem se ver, uma ferida que doi e não sente, um contentamento descontente e uma dor que desatina sem doer..por isso quero viver meu amor contigo..sentindo tudo isso...porque te amo demais meu Sol..beijos meu Rá!!!
"Lotús"

Anônimo disse...

So amigo da Esther ...
muito bom seu poema , nossa, maravilhoso.
Expressas um sentimento byroniano, o verdadeiro sofrimento dos amantes...

parabéns!!